Esta tosse não me larga, já me dói o peito de tanto tossir... Dói-me a garganta e estou rouca, quase afónica... Agora já é ritual... o ano passado por esta altura fiquei assim.
Parece-me que o meu feriado e o fim-de-semana vão ser passados em casa... Sexta-feira, só saí mesmo porque tenho uma frequência.
[O meu amigo foi para Peniche estudar para o exame que vai ter (penso que é na próxima semana), ou seja, este fim-de-semana duvido que venha para Lisboa... mesmo que ele cá estivesse, provavelmente, não iria estar com ele visto que estou neste estado!]
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
Não sei...
Enquanto estou aqui, rodeada de folhas e com imensos documentos abertos a procurar informações úteis para um trabalho da faculdade, há uma coisa que não me sai do pensamento... ele!
A noite de ontem... embora não tenho acontecido nada. Uma noite simples, que poderia ter acontecido com qualquer outra pessoa... com uma amiga minha, com a minha irmã, a minha mãe... tantas pessoas.
Veio buscar-me novamente a casa. Antes ligou-me do telefone de casa, o telemóvel estava estragado e teve o cuidado de ir à procura do meu número para me avisar, para eu não ficar a pensar que me tinha deixado pendurada. Fomos até ao bowlling, como é óbvio ganhou-me, tinha o dobro dos pontos (provavelmente não é assim que se diz). De seguida fomos a um café/bar onde conversámos um pouco, e eu como sempre bebi a minha água natural (tal como ele disse, gostei do facto de ter reparado nesse pormenor). Perguntou-me se tinha comigo o meu B.I., eu disse-lhe que sim, respondeu-me logo de seguida que íamos dar uma volta pelo Casino. Perguntou-me se já tinha ido alguma vez, disse-lhe que não, ele achou estranho e disse algo do género "então vens agora comigo!" e esboçou um sorriso.
A minha cabeça está baralhada, não sei o que pensar nem o que dizer, não sei como agir!
Duas pessoas minhas amigas, já me disseram que ele gosta de mim, que está interessado, mas eu não consigo (e também acho que não quero) acreditar. Uma amiga disse-me hoje: "Só não acreditas porque te convenceste de que és intocável e de que ninguém haveria de gostar de ti...". Até acredito que ela tenha razão... eu ainda estou convencida de que ninguém vai gostar de mim e de que sou uma espécie de "monstro" que ninguém quer por perto. Não consigo perceber o que sinto por ele, não quero precipitar-me... neste momento apenas consigo vê-lo como amigo porque me tenha esforçado para que isso aconteça, mas acho que isso está a acabar por afectar... acho que o facto de o ver apenas como amigo me está a impedir de ver se quero ou não algo mais.
Sinceramente não sei o que fazer... deixar acontecer? Sem dúvida, mas tenho receio que inconscientemente eu não deixe que aconteça o que quer que seja...
A noite de ontem... embora não tenho acontecido nada. Uma noite simples, que poderia ter acontecido com qualquer outra pessoa... com uma amiga minha, com a minha irmã, a minha mãe... tantas pessoas.
Veio buscar-me novamente a casa. Antes ligou-me do telefone de casa, o telemóvel estava estragado e teve o cuidado de ir à procura do meu número para me avisar, para eu não ficar a pensar que me tinha deixado pendurada. Fomos até ao bowlling, como é óbvio ganhou-me, tinha o dobro dos pontos (provavelmente não é assim que se diz). De seguida fomos a um café/bar onde conversámos um pouco, e eu como sempre bebi a minha água natural (tal como ele disse, gostei do facto de ter reparado nesse pormenor). Perguntou-me se tinha comigo o meu B.I., eu disse-lhe que sim, respondeu-me logo de seguida que íamos dar uma volta pelo Casino. Perguntou-me se já tinha ido alguma vez, disse-lhe que não, ele achou estranho e disse algo do género "então vens agora comigo!" e esboçou um sorriso.
A minha cabeça está baralhada, não sei o que pensar nem o que dizer, não sei como agir!
Duas pessoas minhas amigas, já me disseram que ele gosta de mim, que está interessado, mas eu não consigo (e também acho que não quero) acreditar. Uma amiga disse-me hoje: "Só não acreditas porque te convenceste de que és intocável e de que ninguém haveria de gostar de ti...". Até acredito que ela tenha razão... eu ainda estou convencida de que ninguém vai gostar de mim e de que sou uma espécie de "monstro" que ninguém quer por perto. Não consigo perceber o que sinto por ele, não quero precipitar-me... neste momento apenas consigo vê-lo como amigo porque me tenha esforçado para que isso aconteça, mas acho que isso está a acabar por afectar... acho que o facto de o ver apenas como amigo me está a impedir de ver se quero ou não algo mais.
Sinceramente não sei o que fazer... deixar acontecer? Sem dúvida, mas tenho receio que inconscientemente eu não deixe que aconteça o que quer que seja...
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Is it really what I want?
Será mesmo isto?
Confesso que, de certa forma, gostaria que acontecesse... mas tenho medo, imenso medo de me magoar, de confundir as coisas, de me iludir! Não sei se serei parva por estar a pensar nisto, de me questionar se eu quero realmente ser mais do que uma amiga... talvez, não sei... Estou confusa e aterrorizada! Aterrorizada com o facto de me poder estar a apaixonar, de estar a fantasiar algo que pode nunca acontecer. Não quero estragar este início de amizade com estas dúvidas parvas, nem quero dar nada a entender. Não sei se este sentimento de incerteza e de expectativa é mútuo e sinceramente, tenho medo de descobrir...
Confesso que, de certa forma, gostaria que acontecesse... mas tenho medo, imenso medo de me magoar, de confundir as coisas, de me iludir! Não sei se serei parva por estar a pensar nisto, de me questionar se eu quero realmente ser mais do que uma amiga... talvez, não sei... Estou confusa e aterrorizada! Aterrorizada com o facto de me poder estar a apaixonar, de estar a fantasiar algo que pode nunca acontecer. Não quero estragar este início de amizade com estas dúvidas parvas, nem quero dar nada a entender. Não sei se este sentimento de incerteza e de expectativa é mútuo e sinceramente, tenho medo de descobrir...
domingo, 13 de novembro de 2011
Noite de cinema ...
Ontem à noite fomos outra vez ao cinema.Fui trabalhar de manhã e comecei a achar estranho não receber nenhuma mensagem dele, visto que as coisas tinham ficado combinadas por alto... Passaram as 10h, as 14h, as 16h... até que o estúpido do meu telemóvel decide avisar-me que tenho a caixa de mensagens cheia. Conclusão: ele já me estava a enviar mensagens desde as 10h da manhã e eu não respondia, o rapaz já estava a ficar preocupado visto que só lhe respondi quase às 17h.
Ele veio buscar-me a casa, como já tinha feito da outra vez. Antes de entrar no carro estava super nervosa e ansiosa... depois entrei e fiquei num estado de calma fantástico. Fomos a conversar o tempo quase todo até chegar-mos ao cinema, nada de especial, mas senti que já consigo falar um pouco mais do que na primeira vez. Como já lhe tinha dito, com o tempo eu vou falando mais. Ainda tivemos de esperar um pouco para levantar as reservas dos bilhetes, depois lá conseguimos e entramos na sala. Aí já não estávamos a conversar tanto, mas o filme também estava quase a começar... Fomos ver o "Puro Aço", eu gostei, pessoalmente não costumo gostar de filmes de acção, mas como este tinha o drama lá pelo meio, gostei. Quando o filme acabou viemos logo para casa, desta vez não fomos conversar para o café, também já se notava o cansaço. Antes de sair do carro ele disse: "Para a próxima levo-te a um sítio onde sejas 'obrigada' a estar sempre a falar!". Gostei do facto de haver uma próxima saída, significa que haverão muitas mais, gosto mesmo disso! (:
PS: Já me perguntaram várias vezes se acho que vai acontecer alguma coisa entre nós, eu simplesmente respondo que não sei. Ontem a minha irmã perguntou-me:
Ela: Achas que vai acontecer alguma coisa?
Eu: Acho que não, hoje não
Ela: Não me estou a referir a hoje, achas que pode acontecer alguma coisa?
Eu: Não sei...
Ela: Querias que acontecesse?
Eu: Porque não?
sábado, 12 de novembro de 2011
Conversas de café...
Estavam duas senhoras a beber o seu café, no mini-mercado onde eu trabalho, a conversar sobre enfermeiros. Uma dizia que preferia enfermeiros em vez de enfermeiras, pela simples razão de eles serem mais queridos, meigos e atenciosos, e que muitas vezes as enfermeiras eram muito brutas. A senhora continuou a conversa e disse que achava que eles eram "melhores" também porque só iriam para essa profissão se realmente gostarem, ao contrário das mulheres que vão para enfermeiras muitas vezes só pelo dinheiro, e em que o gosto pela profissão é nulo! E a outra senhora começou a dizer que era preciso vocação, e que lá está, a maioria delas não gostam do que faz, ao contrário deles que vão mesmo por gosto. Ao ouvir esta conversa fiquei a pensar... E é a mais pura das verdades o que elas estavam a conversar, e não se aplica só aos enfermeiros, aplica-se a toda a gente! Eu acho que se uma pessoa não tem vocação nem gosto por aquilo que faz, que não vai conseguir fazê-lo totalmente bem porque o está a fazer, de certa forma, contrariado. E é como em tudo, quando todos nós fazemos coisas contrariados, a maioria das vezes não corre bem, porque não gostamos e não queremos fazer. Também há aquelas pessoas que gostam muito de uma coisa, mas lá está, falta-lhes a vocação, mas vão fazendo porque gostam e até conseguem fazer bem as tarefas. O perfeito equilíbrio seria ter ambas as coisas, mas desde que esteja presente a vocação ou o gosto, a pessoa consegue. Não fica frustrada o resto da vida e nem descarrega essa frustração em cima de outros que nada têm a ver com o assunto!
PS: As coisas que se ouvem nas conversas de café... Nem imaginam!
Sempre se aprendem algumas coisinhas. Conversa-se sobre novelas, programas de televisão, os problemas do dia-a-dia... Sempre se ouvem algumas histórias de vida, umas boas outra más... Falam-se de hospitais, clínicas, doenças... de amor, de paixão, de felicidade e até de sexo! Mas tento sempre tirar o melhor de cada conversa, e tento sempre tirar uma espécie de "lição de vida", ou neste caso, a "lição do dia".
PS: As coisas que se ouvem nas conversas de café... Nem imaginam!
Sempre se aprendem algumas coisinhas. Conversa-se sobre novelas, programas de televisão, os problemas do dia-a-dia... Sempre se ouvem algumas histórias de vida, umas boas outra más... Falam-se de hospitais, clínicas, doenças... de amor, de paixão, de felicidade e até de sexo! Mas tento sempre tirar o melhor de cada conversa, e tento sempre tirar uma espécie de "lição de vida", ou neste caso, a "lição do dia".
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
No matter...
Quero realmente acreditar que tudo vai correr bem e que vou ficar bem.
Os pensamentos não param de surgir, cada vez com perguntas e dúvidas mais estúpidas, com coisas que talvez nunca tivesse pensado antes... A maioria delas têm a ver com o meu querido progenitor, esse homem que se intitula de pai e que só me faz sofrer e querer ir para outra dimensão. Confesso que este homem só me faz pensar em loucuras, faz-me pensar em coisas absurdas e fico com vontade de fazê-las para que de alguma forma possa acabar com este sofrimento e esta dor que sinto interiormente. Tento pensar nas coisas boas e no que o futuro me reserva, mas cada vez se torna mais difícil, pelo simples facto de todos os dias me deitarem a baixo, só falta dizer-me que sou uma merda, se é que não o diz por outras palavras... palavras essas que tento não ouvir, conversas que tento apagar da minha memória para apaziguar um pouco esta dor. Começa a tornar-se impossível... Tento procurar força nas pequenas coisas que me fazem sorrir. Como aquelas simples mensagens, os passeios na praia, os almoços divertidos, as conversas tontas e ingénuas, coisas que por momentos me fazem esquecer tudo o que me faz mal. Sei que tenho de me focar nas que me fazem bem, só preciso de arranjar coragem. Tenho de arranjar força para acreditar que todas estas coisas más vão passar! Basta (tentar) acreditar!
Não importa o quão difícil as coisas possam parecer, há sempre algo de bom ao virar da esquina...
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
I think ...
Não sei como explicar nem o que pensar sobre o que me está a acontecer... Sei que me sinto bem e que espero por algo assim há muito tempo. Não sei se será amor, se será apenas amizade... Só espero que com o passar do tempo se torne algo bonito, independentemente do sentimento que crescer, apenas desejo isso, desejo algo bonito e que me faça bem a mim e a ele. Não sei mesmo o que pode acontecer! Estou um pouco "perdida", estou com medo, mas no bom sentido. Sinto-me muito bem e não quero perder isso, não quero! Gosto de sair e de conversar com ele, quer pessoalmente (com alguns "bloqueios") quer por mensagens... Neste momento é o que me alegra os dias. Todos os dias espero por aquela primeira mensagem, pela segunda, terceira, todas... E até agora todas elas me fazem sorrir mesmo que o seu conteúdo não diga nada de "especial"... mesmo que seja apenas um "olá" ou um "está bem", todas me fazem sentir bem e de certa forma especial. Gosto de estar com ele porque me sinto bem ao pé dele, sinto-me segura e feliz, apesar do nervosismo e das borboletas no estômago... e acho que o sentimento é mútuo, acho que ele também gosta de estar comigo e de conversar comigo. Poderá ser apenas uma amizade? Claro. Poderá transformar-se em algo mais? Talvez. Só o tempo o dirá!
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