sábado, 21 de abril de 2012

Musical

Já consegui fazer uma coisa da minha lista!
Assistir a um musical do Filipe La Féria! (:
Graças ao estágio no Hospital de Santa Maria... o director do departamento de ORL (Otorrino), ofereceu a todas as estagiárias um bilhete para ir assistir, no Casino Estoril, ao musical "O Melhor de La Féria".
O musical era uma espécie de viagem ao mundo dos musicais que La Féria criou, ou recriou, sendo seus originais ou sejam os grandes clássicos internacionais. Estavam incluídos todos os grandes sucessos de Filipe La Féria: "Passa por mim no Rossio", "Maldita Cocaína", "Amália", "Música no Coração", "A Canção de Lisboa", "My Fair Lady/Minha Linda Senhora", "West Side Story/Amor Sem Barreiras", "Jesus Cristo Superstar", "Um Violino no Telhado", "A Gaiola das Loucas", "Fado - História de um Povo", e uma antevisão dos musicais que La Féria ainda não fez, mas que sonha fazer, como "O Fantasma da Ópera", "Os Miseráveis", "Hello Dolly", "Mamma Mia" e "Evita".
ADOREI! Foi absolutamente fantástico! Há anos que eu queria ir assistir a uma peça dele, mas ainda não tinha tido oportunidade. Pelo que oiço dizer, os bilhetes são um pouco caros, não sei se é verdade ou não, nunca vi os preços.
Na minha opinião fiquei num lugar bom, perto do palco. Os bailarinos e os actores eram extraordinários, tinham vozes magníficas e algumas delas até me arrepiaram.
Um dia espero poder voltar a repetir a dose e assistir novamente a uma peça destas.

Estágio I

Finalmente consegui estagiar na área que até agora me capta mais a atenção: VOZ.
O único senão deste estágio, foi o facto de não estar propriamente a estagiar... foi mais trabalhar. Não vi nenhuma sessão, o que teria sido óptimo para conseguir perceber se realmente gosto desta área ou não. Confesso que não foi mau de todo, gostei bastante do estágio!
Esta foi a semana Mundial da Voz e como tal, o hospital onde estagiei, fez um rastreio gratuito durante esta semana.
O local de estágio foi o Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Gostei do local, gostei das educadoras clínicas, gostei dos médicos, gostei de conviver com os meus colegas estagiários. A nossa tarefa era fazer um questionário às pessoas inscritas no rastreio, para depois serem chamadas pelo médico para lhe fazer o exame. Primeiro tivemos oportunidade de ver como se fazia o questionário, a partir daí ficámos por conta própria. Tivemos que nos desenrascar e por vezes "aturar" coisas não muito agradáveis por parte de alguns funcionários.
Foram apenas dois dias de estágio, seis horas, um total de doze horas. Foi cansativo, andar toda a manhã de um lado para o outro, sem tempo para paragens para ir à casa-de-banho ou para beber um copo de água ou para comer, sempre a falar, a chamar as pessoas, a encaminha-las para a sala e fazer-lhes o questionário, a pedir-lhes para aguardarem a chamada do médico, a ouvir algumas queixas da longa espera ou de alguns problemas pessoais... mas sem dúvida que foi gratificante. Foi gratificante falar com todas aquelas pessoas, de sentir que elas confiavam e que estavam ali de livre vontade, a querer saber mais sobre a sua voz, querer saber se estava tudo bem com elas. Falar com todas aquelas pessoas, principalmente com pessoas de mais idade, e no final do questionário receber um grande sorriso ou uma palavra simpática, soube super bem! Acho que toda a gente deveria ter um dia assim, a interagir com as pessoas, a "trabalhar por conta própria", a ter de se desenrascar.
Ainda consegui ver alguns exames, mais precisamente videolaringoescopias. Adorei ver, é algo fascinante! Ver as cordas/pregas vocais das pessoas a mexer de forma normal, ali todas bonitinhas, é algo fantástico! Confesso que gostaria de ter visto algum exame com um problema, para ver como é, qual é o aspecto real. Infelizmente ou felizmente, dependendo do ponto de vista, não vi nada de anormal.
Adorava poder repetir o local de estágio, e ter oportunidade de assistir a sessões para ficar com uma ideia mais precisa de como trabalhar a voz.
Mas de qualquer maneira o estágio foi muito bom, se me pedissem voltava a fazer tudo de novo!

terça-feira, 17 de abril de 2012

Lista

Resolvi fazer uma lista de coisas que gostava de fazer antes de morrer... comecei esta lista dia 2 de Janeiro de 2012 e escrevi apenas as primeiras três coisas, entretanto esqueci-me dela e há uns dias atrás lembrei resolvi acrescentar mais coisas.
Sinto que ainda me falta acrescentar muitas coisas, mas foram estas que me vieram à cabeça. Quando acrescentar mais coisas actualizo.

Não será, necessariamente, por esta ordem:
  1. Acabar a minha Licenciatura em Terapia da Fala
  2. Conhecer a cidade do Porto
  3. Tirar a carta de condução
  4. Apaixonar-me
  5. Aprender a tocar guitarra
  6.  Ir para o estrangeiro durante, pelo menos, um ano
  7. Jogar num casino
  8. Conhecer a cidade de Paris
  9. Andar de barco
  10. Conhecer a cidade de Guimarães
  11. Ter aulas de canto
  12. Cantar num palco
  13. Ir ao Parque Nacional Peneda-Gerês
  14. Visitar o Palácio da Pena
  15. Conhecer a cidade de Évora
  16. Inscrever-me num ginásio
  17. Fazer um Workshop de Fotografia
  18. Morar, durante uns tempos, em Portalegre
  19. Assistir a um musical de Filipe La Féria

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Como não podia faltar...

... o momento estúpido do dia!

Razão

Apeteceu-me escrever sobre a razão, mais precisamente no campo das conversas onde alguém a tem ou não.
Se há coisas que me tiram do sério é quando estou a conversar com alguém e começamos a ter aquela espécie de “discussão” e a pessoa começar a falar agressivamente porque acha que tem razão.
A troca de ideias sobre determinado assunto, concordo e acho que até é bom! Mas quando começa a haver aquela troca de argumentos sobre o tal assunto e a pessoa começa a falar agressivamente porque ela é que tem de ter a razão mesmo que não tenha… Odeio!
Já várias vezes me aconteceu isto! Estou eu muito bem a conversa com pessoa x sobre qualquer coisa, dou a minha opinião e a pessoa diz que não é assim, quanto eu tenho certeza absoluta que é daquela maneira! Irrita-me profundamente! Eu até mudo de cor!
Já me aconteceu uma destas situações com a minha mãe… Eu dizia que uma rapariga que estava no papel principal de uma novela já tinha feito outra novela antes e ela teimava comigo que não era a mesma pessoa. Teimou uma ou duas vezes seguidas até que eu a deixei a falar sozinha. No dia seguinte diz-me: “Tinhas razão, é a mesma rapariga!”.
Ou então algo deste género (totalmente fictício):
Eu: “Olha, fui ali ao Shopping e há uma loja assim que se chama tal e vende roupa.”
Pessoa: “Não é nada, é assim e assado!”
Eu: “Eu já lá estive e sei que é assim.”
Pessoa: “Não é nada!”
Aiiii, que nervos que isso me dá! Não é querer ser dona da razão, nem querer sempre ser a pessoa que está certa, nada disso! Quando não sei do que falo, normalmente, calo-me e oiço o que os outros têm a dizer! Às vezes também penso que tenho razão e não tenho, mas quando percebo isso calo-me automaticamente e digo à pessoa: “Tens razão…”, e a conversa acaba ali.
Agora quando eu falo de alguma coisa, e afirmo algo sobre essa coisa, garanto que é porque tenho (bastantes) certezas do que estou a dizer! Quando não tenho a certeza calo-me, e acreditem que eu sou muito boa a ficar calada e a guardar a opinião para mim. Agora quando eu tenho certezas e a pessoa teima comigo que não é…. Fico passada e só me apetece bater na pessoa ou manda-la ir dar uma volta ao bilhar grande!