sábado, 16 de novembro de 2013

Contágio Emocional

Não há nada tão contagioso como as emoções. 
Gostemos ou não da ideia, o facto é que somo todos influenciáveis. Em maior ou menor grau, acabamos por alinhar que no que vai emergindo como dominante: modas sucessivas que vão ditando a forma como nos vestimos, comportamos, agimos e, também, os valores e crenças que vamos tendo.
Inadvertidamente, sem darmos por isso, vamos fazendo escorregar os nossos pontos de vista e os nossos estilos de vida, a ideia e formas de ser e estar que um dia estranhámos e, depois, deixámos que se entranhassem. 
Porque estamos sempre em contacto com outros, vamo-nos deixando afetar por temas e problemas que preocupam e interessam os que nos rodeiam. Um dia acordamos com disposições, angústias e inseguranças que à partida, nem eram as nossas. De repente, ‘desrealizamos’ e damos por nós a sentir como se, em vez de sermos nós, na nossa específica circunstância, fôssemos um estuário onde desaguam as emoções confusas e variadas do nosso mundo. De repente, deixamos que a nossa individualidade se dilua em emoções oceânicas que alguém desconhecido talvez tenha experimentado, um outro qualquer juntou mais uns pozinhos e outros ainda exprimiram e divulgaram. Perdemo-nos depois num turbilhão de emoções assustadoras que não reconhecemos, que não percebemos, mas sentimos na mesma. 
Se faz parte da condição humana o sermos capazes de desenvolver laços empáticos com outros e, por isso mesmo, nos conseguirmos organizar em grupos humanos que comungam e partilham qualquer coisa essencial, o contágio emocional fica longe disto e perverte, no limite, qualquer princípio, não só de racionalidade como de vida em sociedade. 
Nos difíceis tempos que correm, é fácil deixarmo-nos levar por zangas e revoltas. Quase toda a gente tem uma ou várias boas razões para se sentir injustiçado, para desacreditar de um contracto social assumidos como bom, para se sentir temerosos de um qualquer devir. 
É aqui que se joga o peso da própria identidade. É aqui que temos de decidir se queremos influenciar ou ser influenciados. Se queremos ir com os outros ou trazê-los connosco. Se somos capazes de fazer parte das soluções ou se só queremos enunciar problemas. 

(Isabel Leal, Professora de Psicologia Psicoterapeuta)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Morte

Cada vez mais, a morte, é um assunto presente na minha vida!
Porque a mãe e avó dos vizinhos morreu, porque o senhorio da amiga da mãe morreu, porque aquele senhor da oficina perto da escola morreu de repente, enfim, porque cada vez mais, as pessoas que conheço vão morrendo ou descobrem que têm uma doença grave que dificilmente irão sobreviver...
E a verdade é que a morte é inevitável e não deixa de ser uma grande merda!
Fico a pensar que um dia vai ser a minha vez de sofrer com a morte dos que me são queridos e não quero imaginar sequer tal coisa, mas como disse, é algo inevitável e todos nós, um dia iremos morrer. Não quero pensar nisso... mas acho que tenho de me mentalizar que, muito provavelmente, essa realidade não está assim tão longe.
Estou fortemente convencida de que, quando isso acontecer comigo, com os meus avós, os meus pais, a minha irmã, uma amiga próxima, que vai doer e muito! Só a ideia de poder ficar sem os meus avós de um momento para o outro me dá arrepios e dói... para mim eles são como pais, tão próximos como a minha mãe, como a minha irmã... o meu verdadeiro pai é o meu avô, a minha avó é uma segunda mãe, vai doer muito, acho que vou ter um esgotamento! Mas a vida é assim e tem de continuar quando isso acontecer (e espero que demore muito tempo para acontecer)!
O sofrimento não é para quem vai, mas para quem fica!

domingo, 13 de outubro de 2013

Este blog está completamente abandonado!
Não tenho tido vontade de escrever de todo! Nem sequer escrever aquilo que estou a pensar num documento no computador e ficar para mim... nada de nada! Sinto saudades de escrever, mas não tenho conseguido!
Verdade seja dita, também não tenho o dom da escrita, mas gosto de escrever aquilo que sinto, o que me preocupa, o que me deixa feliz... mas não tenho conseguido, queria voltar a fazê-lo.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Último ano

Daqui a poucas semanas, mais ou menos duas para ser mais precisa, começa a última etapa da minha vida académica, último ano da licenciatura. Passou a correr, é o que tenho a dizer! Parece que ainda ontem entrei para a faculdade, que foi o primeiro dia de aulas, as praxes, o medo do desconhecido! Agora, o último ano já está à espera! Está quase quase e mete um bocado de medo… e depois? O que vou fazer? Fico por aqui? Mestrado? Começo a tentar arranjar trabalho na área? Arranjo noutra coisa? Saio de Lisboa? Faço “estágio voluntário” para não perder a prática do estágio académico? Tantas perguntas que tenho, tantas respostas que tenho de arranjar… Estes (quase) quatro anos passaram a correr! Tantas lágrimas, trabalho, desespero, discussões, alegrias, amizades, notas aceitáveis, notas não tão aceitáveis, exames, frequências, materiais, estágios… enfim, muita coisa se passou a nível académico mas também a nível pessoal e profissional! Neste momento tenho a certeza que é esta a profissão que quero ter para o resto da minha vida, só espero conseguir mesmo tê-la!

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Faculdade (actualização)

Há imenso tempo que não escrevo aqui... isto anda para aqui abandonado!
Aconteceram tantas coisas e estão a acontecer que será difícil conseguir relatar tudo...
Posso sempre começar pela faculdade... o estágio acabou, com uma nota bastante satisfatória. Deixou, sem dúvida, saudades! Apaixonei-me por aquelas crianças, por aquele ambiente acolhedor, por esta profissão que é tão bonita e gratificante! Fiquei a ter a certeza que é isto que quero fazer para o resto da minha vida! Para o próximo (e último) ano, vem aí outro desafio, provavelmente será um estágio com adultos, talvez com crianças, mas será outro desafio como este primeiro estágio de intervenção que tanto medo me meteu e que afinal foi uma grande e boa surpresa!
Estava com tanto medo de não ir (devido à cadeira que tinha em atraso), como de ir!
No próximo ano lectivo lá estarei eu, em pulgas, para saber onde vou ficar, com quem, com que patologias, mas tenho a certeza que também irá correr bem, se mantiver o pensamento positivo já é meio caminho andando para o sucesso!
O próximo ano será o último! Até fico com o estômago às voltas só de pensar... parece que ainda ontem entrei na faculdade e agora já vou a caminho do último ano! Que medo! O que vou eu fazer depois? Será que consigo trabalho como Terapeuta da Fala? Será que vou ter de ir trabalhar para outro sítio até conseguir arranjar trabalho na área? Será que faço mestrado? Será que não faço? Tantas perguntas e poucas respostas... a verdade é que ainda tenho tempo para pensar nisso, embora já não seja muito.
Só espero que este ano corra tão bem como o anterior!

Depois venho contar mais novidades aos poucos!
Agora tenho um "novo lema", só falo das coisas quando estão a correr realmente bem, ou quando já terminaram!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Amor incondicional

Sabem aquele tipo de amor que é sincero e que não pede nada em troca a não ser carinho e um pouco de atenção?
Eu sinto esse amor pelo meu bicho lindo!
Este bicho já passou muitos momentos comigo. Já me viu a dar pulos de alegria, já me viu chorar que nem uma madalena, já viu muita coisa.
Mas está sempre aqui, a meu lado, literalmente!
Espera por mim à porta quando eu estou a subir as escadas do prédio, fica ao meu lado no sofá à espera que eu vá para a cama para ir comigo... se eu vou para a cozinha, ela vem atrás; se vou para a casa-de-banho, ela vem também; se vou para a varanda, ela acompanha... enfim, é como se fosse a minha sombra, a minha pequenina sombra.
Eu costumo dizer que ela é o amor da minha vida e que eu sou o amor da vida dela. Parece que consigo ver nos olhinhos dela o seu amor por mim. Esta gata já recebeu mais carinho, mais abraços, mais beijos meus do que muito gente que me é próxima.
Sei que um dia, quando ela se for vou ter um desgosto imenso, vai ser quase como se morresse uma pessoa muito querida, porque para mim é como se ela fosse mesmo uma pessoa!
Muitos podem achar estúpido, outros podem achar tolo, alguns podem achar bonito... cada um tem a sua perspectiva.

(Só porque me apeteceu expressar um pouco do amor que sinto por este pequeno bicho) (:

segunda-feira, 22 de abril de 2013

É tão bom...

Quando conseguimos fazer uma criança sorrir!
Consegui algo que não esperava conseguir... pôr um menino a rir e a sorrir, menino esse que aparece sempre sisudo e caladinho que nem um rato. E eu, que achava que era um zero à esquerda com as crianças, consegui que ele falasse comigo, pouco mas consegui, e sorriu para mim! Até a Terapeuta ficou admirada de ele ter esse reacção comigo, visto que com ela, ele também fica calado e de cara fechada.
Eu devo ter feito tantas figuras parvas, devo ter falado de uma maneira tão maluca, que ele riu-se de toda a minha parvoíce! Mas para este menino, foi óptimo e para mim ainda melhor! (:

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Se há coisa que odeio profundamente é ter de depender dos outros para me deslocar aos lugares onde quero ir! Conclusão: não vou nem metade dos sítios que queria. ODEIO!

domingo, 14 de abril de 2013

Fim-de-semana

Ora pois bem... Este fim-de-semana está a ser passado a fazer material para os meus pimpolhos! Construir, imprimir, plastificar, cortar, etc, etc, etc....

Ah! E ainda vou buscar a mana ao aeroporto! (:

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Cada vez mais tenho certezas de que as pessoas que trabalham na Psiquiatria são igualmente (ou até mais) "malucos" que os que lá estão a ser acompanhados/internados!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Falta, exactamente, um mês para o estágio terminar.
Acho que vai deixar saudades! :|

domingo, 31 de março de 2013

Estágio III

O estágio já vai a meio... Estou a gostar bastante!
Lembro-me que fui com muito medo no meu primeiro dia. O estômago estava todo embrulhado, a barriga às voltas, muito nervosismo! Medo de como iria ser a Terapeuta, os outros membros da equipa, das crianças... O medo das crianças! O imenso medo, o terror! Pensar que elas não iam gostar nada de mim e eu não iria gostar delas, e que ia ser super difícil relacionar-me com elas e elas comigo!  Mas, os primeiros contactos foram agradáveis e comecei a perceber que afinal até tenho algum jeito para as crianças e que elas até gostam de mim, e que eu, também gosto um bocadinho delas. Claro que se começam a fazer birra (coisa que pouco acontece naquele contexto), aí sim, o caldo está entornado e o meu pequeno desagrado volta um pouco, mas nada como um pequeno gesto de carinho para tudo ficar normal e bem outra vez. Agora consigo perceber que, as crianças são realmente especiais! Todas aquelas manhas, as traquinices, o testar os mais velhos, as brincadeiras, os sorrisos, são adoráveis! Às vezes basta ver uma criança chegar com um sorriso rasgado para o dia cinzento ficar um pouco mais colorido e feliz. Já tive alguns momentos engraçados com os (meus) pequeninos. Uma menina já me levou uma amêndoa, um menino deu-me a mão e queria levar-me para casa, outro menino para se despedir de mim deu-me um beijinho na cara... são estas pequenas coisas, que me fazem sentir bem e perceber que afinal não eram as crianças que não gostavam de mim, mas sim a energia que eu transmitia quando estava com elas. Eu ficava com medo, com cara de má o que fazia com que elas não se aproximassem de mim. Agora, é quase impossível não ficar com um sorriso na cara e rir das suas "parvoíces".
Quanto à Terapeuta/Educadora Clínica, é uma senhora super querida e acessível. Tudo o que eu lhe pergunto, ela responde-me sempre sem qualquer tipo de julgamento. Já fez críticas, como é óbvio, algumas negativas mas também algumas positivas. Quando faz qualquer tipo de crítica, não o faz com o objectivo de me atingir, mas sim com o intuito de me tornar melhor, e eu agradeço imenso as suas críticas, principalmente as negativas, porque são essas que me fazem querer melhorar e ser melhor para todos aqueles príncipes e princesas (como ela própria os trata também).
Conclusão: estou a gostar muito e cada vez mais tenho certezas de que escolhi o curso certo e de que afinal me vou sair bem neste mundo da Terapia da Fala.

sábado, 2 de março de 2013

Ofereço uma gripe daquelas bem fortes!
Com direito a tosse, febre, espirros, falta de ar, enxaquecas, etc...
Daqui a pouco cuspo um pulmão!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Nervosismo

Pelo que parece, o estágio está quase quase a chegar e o nervosismo aumenta de dia para dia...
Já tenho algumas informações (preciosas) sobre o mesmo. Vou estagiar apenas com crianças (ou como a Terapeuta disse: só com príncipes e princesas), começo todos os dias às 8h30 da manhã (visto que tenho de me deslocar até Almada, terei de acordar, muito provavelmente, antes das 6h da manhã), tenho de levar o farnel atrás (o que significa que não será só de manhã, mas também à tarde), sei quais os tipos de casos mais frequentes naquele local (toca a estudar este fim-de-semana).
A Terapeuta pareceu-me simpática e disponível. Espero que corra tudo bem (e que consiga chegar a horas)!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Finalmente

Soube a nota do exame hoje e consegui passar!
E depois de tanto desespero e noites mal dormidas chega a paz! Acabou o pesadelo.

Agora que venha o estágio! :D

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Eu não acho isto normal!!!
Estou há uma semana à espera da nota que me vai dizer se vou a estágio ou não e não há qualquer informação sobre quando vai sair!
Amanhã começam as aulas de preparação para o estágio e neste momento não sei se tenho de comparecer às aulas ou não!
ADORO a faculdade e a sua organização!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A Caixa Geral de Depósitos é fantástica! Uma pessoa quer depositar dinheiro e nenhuma das caixas, de três postos de atendimento diferentes, tem condições que permitam fazer um depósito. É algo extremamente fascinante!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Para melhorar...

... a secretária de curso não me responde ao e-mail que enviei há mais de uma hora.
... a secretária de curso não me atende o telefone.
... a nota não sai no praxis.

Estou completamente a "panicar"!

Estou...

... só a entrar em pânico! 
... à espera do raio da nota que vai decidir qual será o meu futuro nos próximos meses!
... só a começar pensar que me vou lixar à grande!
... a começar a hiperventilar e tenho medo, muito medo!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Dia Mundial de Luta Contra o Cancro

Hoje é o Dia Mundial de Luta Contra o Cancro.
Confesso que esta doença me mete medo! Medo que me tire pessoas queridas e importantes... enfim, muitas vezes aparece de forma inesperada.
O cancro já quase me tirou uma das pessoas mais importantes da minha vida, a minha mãe. Há cerca de nove anos a minha mãe teve cancro de mama. Na altura não percebi bem o que se passava, mas sabia que algo não estava bem. Tive a certeza da doença já depois da operação, quando vi um folheto sobre o cancro da mama em minha casa.
Depois vieram os tratamentos... quimioterapia e radioterapia. Lembro-me perfeitamente de ver o cabelo a cair, depois a cabeça sem um único cabelo. De ver a fraqueza após cada sessão de quimioterapia, as indisposições, todos os efeitos secundários que tinha. Depois veio a radioterapia, lembro-me de ver o peito queimado... a pele a cair, a vermelhidão, de ver "escrito" na cara dela que estava com dores, que não suportava a roupa em cima da queimadura. Passado uns tempos novamente a quimioterapia. O cabelo que já tinha começado a crescer caiu novamente, e aconteceu tudo o que tinha acontecido anteriormente.
Os tratamentos acabaram e as coisas começaram a voltar à normalidade. O cabelo cresceu, a queimadura ficou curada. Mas as feridas emocionais estavam lá e medo que a doença voltasse também. Disseram-lhe que até fazer cinco anos ainda havia a possibilidade de voltar, mas que como tinha sido detectado a tempo havia boas possibilidades de ficar tudo bem.
Até agora está tudo bem e já lá vão quase dez anos, tudo está estável! Tem sido acompanhada ao longo destes anos, faz exames regularmente e tudo de mantém estável!
Admiro muito a força que a minha mãe teve durante este processo que não foi fácil, sei que uma das coisas que mais lhe custou foi perder o cabelo. Continuou a trabalhar durante este processo, apenas faltava no dia dos tratamentos e nos dois/três dias seguintes. Acredito que ela se "forçava" a ir trabalhar de forma a não ficar fechada em casa a pensar na doença e também acredito que muita da força que ela teve foi por pensar em mim e na minha irmã. Lembro-me de ela dizer, pouco tempo depois de ter tido a doença, que se a tivesse novamente que não iria conseguir sobreviver, mas tudo correu bem e não teve de passar novamente por isso. Espero que tudo continue assim, estável e controlado!

Incerteza

Pois bem... parece que este mês vai ser igualmente ou ainda mais stressante que o anterior!
A nota da frequência não foi boa, ou seja, exame. O exame foi feito hoje e cá estou eu mais uma vez, com o coração nas mãos à espera da nota que me vai dizer se vou a estágio ou não.
Novamente a incerteza, o pânico, o stress, a insegurança... enfim, um turbilhão de sentimentos maus.
Ainda tenho uma réstia de esperança, mas ao mesmo tempo estou a tentar convencer-me de que ainda existe a forte possibilidade de não ir ao tão esperado e temido estágio.
Estive a conversar com os meus avós sobre esta situação, como é óbvio eles não estão nada felizes com esta possibilidade, mas só podem aceitá-la tal como eu terei de fazer se realmente acontecer. Já estive a pensar no que irei fazer se acontecer e tomei uma decisão! Caso não vá fazer o estágio vou trabalhar. Recuso-me a ficar em casa um semestre inteiro sem fazer nada! Vou trabalhar, juntar um dinheirinho, dedicar-me a algo para não ficar a deprimir em casa. Vou ter de arranjar alternativas e novas motivações para não me deixar ir abaixo, para depois ter força para voltar novamente a estudar em Setembro. Vai ser difícil se acontecer? Muito! Sei que vou ficar muito em baixo, mas ao mesmo tempo não vou poder olhar para isso como uma coisa má, tenho de tentar ver o lado positivo das coisas.
Agora resta-me aguardar a nota... é provável que saia esta semana ou na próxima, veremos!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Janeiro

Este mês foi de loucos e ainda o está a ser!
Muitas emoções, muito stress, muitas lágrimas, muitas parvoíces, muitas gargalhadas, muito trabalho... enfim, um mês muito cansativo e desgastante não só fisicamente como também psicologicamente.
Não consegui fazer muitas coisas da forma que queria, ou seja, umas ficaram a meio, outras foram acabadas à pressa.
Uma data de frequências, trabalhos, apresentações orais e avaliações práticas muito próximas... conclusão: CAOS! E agora, como se não bastasse todo o trabalho das semanas anteriores vêm também os malditos exames. Ainda estou à espera de saber dois resultados que desconfio que sejam maus, ou seja, em que existe uma forte probabilidade de ir também a exame... amanhã/hoje tenho um exame devido ao facto de não ter estudado grande coisa (apesar de não haver grande coisa a estudar) e também devido ao facto de a cadeira ser feita através de duas frequências, frequências essas que não consegui terminar. Mas há que pensar positivo e ver que ainda nada está perdido!
Agora resta-me aguardar as restantes notas. Amanhã deve sair uma que me está a dar cabo do juízo e que já me fez verter muitas lágrimas e que também me causou/causa muito stress... cadeira essa que me está a condicionar o meu percurso académico, que poderá "decidir" se vou a estágio no próximo semestre ou não. No pior dos cenários, não vou a estágio e fico um semestre a olhar para as paredes e dar em louca (visto que o próximo semestre é única e exclusivamente estágio). Num cenário um pouco mais cor-de-rosa, passo à cadeira (nem que seja só com 10 valores) e vou fazer o estágio. Espero ansiosamente o resultado... amanhã logo verei se me tenho de chatear ou se tenho de dar graças aos céus. Espero mesmo que corra tudo bem! Claro que há sempre a possibilidade de ainda ir a exame, nada está perdido por equanto! Há que ter esperança!
No meio disto tudo, este mês já fiquei doente duas vezes e ainda estou. Começo a perguntar-me o porquê de ter levado o raio da vacina da gripe.
E acho que devido a este stress todo, já comi mais gomas/chocolates/comida calórica neste mês do que habitualmente como em três/quatro meses e depois ainda me dou ao "luxo" de me queixar. Enfim, depois de todo este stress passar tenho de ver se pego nos ténis e vou dar umas corridas e tentar não morrer com um ataque de asma.

Depois disto acho que estou pronta para (quase) tudo (espero que até para o estágio que aí vem ou não)
Venha Fevereiro!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Abandono

Isto anda um pouco abandonado... não gosto, mas os trabalhos são mais que muitos e a vontade de escrever não é muita.
A partir da próxima semana espero conseguir ter mais tempo para vir aqui escrever e contar as minhas histórias parvas e sem nexo.