domingo, 31 de março de 2013

Estágio III

O estágio já vai a meio... Estou a gostar bastante!
Lembro-me que fui com muito medo no meu primeiro dia. O estômago estava todo embrulhado, a barriga às voltas, muito nervosismo! Medo de como iria ser a Terapeuta, os outros membros da equipa, das crianças... O medo das crianças! O imenso medo, o terror! Pensar que elas não iam gostar nada de mim e eu não iria gostar delas, e que ia ser super difícil relacionar-me com elas e elas comigo!  Mas, os primeiros contactos foram agradáveis e comecei a perceber que afinal até tenho algum jeito para as crianças e que elas até gostam de mim, e que eu, também gosto um bocadinho delas. Claro que se começam a fazer birra (coisa que pouco acontece naquele contexto), aí sim, o caldo está entornado e o meu pequeno desagrado volta um pouco, mas nada como um pequeno gesto de carinho para tudo ficar normal e bem outra vez. Agora consigo perceber que, as crianças são realmente especiais! Todas aquelas manhas, as traquinices, o testar os mais velhos, as brincadeiras, os sorrisos, são adoráveis! Às vezes basta ver uma criança chegar com um sorriso rasgado para o dia cinzento ficar um pouco mais colorido e feliz. Já tive alguns momentos engraçados com os (meus) pequeninos. Uma menina já me levou uma amêndoa, um menino deu-me a mão e queria levar-me para casa, outro menino para se despedir de mim deu-me um beijinho na cara... são estas pequenas coisas, que me fazem sentir bem e perceber que afinal não eram as crianças que não gostavam de mim, mas sim a energia que eu transmitia quando estava com elas. Eu ficava com medo, com cara de má o que fazia com que elas não se aproximassem de mim. Agora, é quase impossível não ficar com um sorriso na cara e rir das suas "parvoíces".
Quanto à Terapeuta/Educadora Clínica, é uma senhora super querida e acessível. Tudo o que eu lhe pergunto, ela responde-me sempre sem qualquer tipo de julgamento. Já fez críticas, como é óbvio, algumas negativas mas também algumas positivas. Quando faz qualquer tipo de crítica, não o faz com o objectivo de me atingir, mas sim com o intuito de me tornar melhor, e eu agradeço imenso as suas críticas, principalmente as negativas, porque são essas que me fazem querer melhorar e ser melhor para todos aqueles príncipes e princesas (como ela própria os trata também).
Conclusão: estou a gostar muito e cada vez mais tenho certezas de que escolhi o curso certo e de que afinal me vou sair bem neste mundo da Terapia da Fala.

sábado, 2 de março de 2013

Ofereço uma gripe daquelas bem fortes!
Com direito a tosse, febre, espirros, falta de ar, enxaquecas, etc...
Daqui a pouco cuspo um pulmão!