sexta-feira, 13 de março de 2015

Frustração

Tal como o título deste post, é o que eu ando a sentir nos últimos meses: uma enorme frustração!
Porquê? Precisamente pelo mesmo assunto do post anterior: trabalho!
Pois é, ainda não consegui arranjar nadica de nada! Nem na área para a qual estive a estudar durante quatro anos, nem para uma simples loja de centro comercial!
Ontem fui a uma entrevista, para uma loja de brinquedos no centro comercial. Uma part-time, de 20h. Quatro horas por dia, duas folgas por semana, cerca de 300€ por mês já com descontos. Pensei para mim, "Que bom! Já é qualquer coisa, já dá para os meus 'alfinetes'. Qualquer coisa neste momento é positivo, é uma oportunidade de começar a trabalhar, não interessa em quê.", até aqui tudo bem! A gerente da loja até disse que era "positivo" nunca ter trabalho, porque assim não vinha com vícios e ela poderia moldar-me da maneira que queria! A gerente disse que me dava uma resposta hoje. Realmente deu, mas não foi a que eu queria... disse que optou por outra pessoa.
Eu compreendo, eu percebo! Eu nunca trabalhei, tive apenas uma experiência num café aqui da minha zona e foi por pouco tempo. Tenho experiência em trabalhos voluntários durante o Verão... mas pelos vistos não chega!
Não chega para um simples trabalho num centro comercial. E agora eu pergunto, se nunca me derem oportunidade, como esperam que eu tenho experiência de trabalho??? Como??? Por obra e graça do espírito santo???
O mesmo se passa nas entrevistas e nos e-mails que envio para me candidatar a anúncios que vão surgindo, candidaturas espontâneas... Muitos dos anúncios pedem "pessoas com experiência mínima de dois anos na área", mas ao mesmo tempo, pedem pessoas recém-licenciadas! Queridas pessoas que fazem os anúncios, decidam-se!!! Ou querem alguém com experiência ou querem alguém recém-licenciado! As duas coisas não existem, visto que a experiência dos estágios curriculares não contam.
Se eu sou recém-licenciada e nunca ninguém me deu oportunidade para trabalhar na área é normal que eu não consigo adquirir experiência!
Outra coisa que me deixa triste, é ver e saber que a maioria das minhas colegas de turma já têm trabalho, muitas estão a trabalhar em três sítios ao mesmo tempo... e eu penso, então e eu?? Todos os dias mando currículos, todos os dias procuro novos sítios para enviar cadidaturas espontâneas e não obtenho respostas! Bolas! Nem que fosse a dizer que não querem/precisam! Ou uma merda de um e-mail automático! Enfim, se calhar sou eu que estou a pedir demais ao sentir falta de uma resposta, seja ela qual for!
Estou farta disto! Farta, farta, fartaaaaa! Não sei mais para que lado me virar!!! Estou há quase nove meses sem fazer nada! Nove meses é o tempo que um bebé demora a nascer! É muito tempooooooo! Demasiado!
Estou deprimida! Estou frustrada! Estou chateada! Estou tudo e mais alguma coisa!
Com toda esta situação, deste stress, desta ansiedade de querer arranjar um trabalhinho, ando a ficar, de dia para dia, mais magra! Sim, neste momento, de estômago cheio, não chego aos 50kg. Os meus avós, a minha mãe e irmã, e o meu namorado dizem que estou cada vez mais magra! Atenção: eu continuo a comer o que sempre comi, é verdade que nunca comi muito, mas sempre o suficiente para mim! Neste momento até sou capaz de comer um pouco mais do que o habitual, dependendo dos dias. Como imensas porcarias, das que engordam, tipo chocolates, gomas, batatas fritas, etc, etc... e o meu peso diminui! Cheguei à conclusão que a "depressão" me dá para emagrecer!
Tenho tentado manter um pensamento positivo em relação à procura de trabalho, mas cada vez está mais difícil manter esse pensamento positivo! A cada entrevista são expectativas que se criam, sempre com a perspectiva de que pode não dar em nada, mas ao mesmo tempo, com aquela esperança louca que seja daquela vez!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Nem sei o que chamar a este post!

Há mil anos que aqui não escrevo, mas hoje apetece-me! Preciso de "deitar cá para fora" aquilo que me está a incomodar!

Ora bem, por onde começo???
Posso começar pela facto de me sentir frustrada e chateada... porquê?
Porque estive quatro anos a estudar para ter um futuro melhor e agora o que acontece? Nada! Precisamente isso, nada! Onde está o trabalho na área para a qual estive a estudar estes anos? Não está, não existe! Ou melhor, até existe, mas faltam sempre isto ou aquilo ou o outro!
Estou chateada porque investiram em mim, para eu poder estudar e agora de que valeu? Nada! Neste momento de nada!
"Irrita-me" ver que algumas das minhas colegas de curso já conseguiram arranjar trabalho na área, umas por mérito próprio, outras (queiram lá desculpar-me qualquer coisinha), pelo factor C (sim, o famoso factor CUNHA)!
"Não te sintas inferior por algumas já terem arranjado e tu não!", diz-me o meu avô! Nãoooo! Claro que não sinto! Só me sinto um monte de merda, incapaz de arranjar trabalho para a área para a qual estiver a estudar e a investir!
O que me resta fazer neste momento? Pôr de parte todo o estudo e começar a alargar horizontes, isto é, procurar trabalho fora do pequeno círculo onde tenho procurado! Isto é, começar a procurar em lojas, supermercados, etc.
Atenção!!!! Não estou a querer dizer que é uma vergonha trabalhar num desses sítios, vergonha é roubar! Porque para mim, independentemente do trabalho que uma pessoa tenha, desde que o faça de maneira honeste não é vergonha nenhuma, muito pelo contrário, está a "fazer-se à vidinha", está a lutar para ter um futuro! E é isso mesmo que eu tenho de fazer: lutar para ter um futuro, seja ele qual for!

sábado, 16 de novembro de 2013

Contágio Emocional

Não há nada tão contagioso como as emoções. 
Gostemos ou não da ideia, o facto é que somo todos influenciáveis. Em maior ou menor grau, acabamos por alinhar que no que vai emergindo como dominante: modas sucessivas que vão ditando a forma como nos vestimos, comportamos, agimos e, também, os valores e crenças que vamos tendo.
Inadvertidamente, sem darmos por isso, vamos fazendo escorregar os nossos pontos de vista e os nossos estilos de vida, a ideia e formas de ser e estar que um dia estranhámos e, depois, deixámos que se entranhassem. 
Porque estamos sempre em contacto com outros, vamo-nos deixando afetar por temas e problemas que preocupam e interessam os que nos rodeiam. Um dia acordamos com disposições, angústias e inseguranças que à partida, nem eram as nossas. De repente, ‘desrealizamos’ e damos por nós a sentir como se, em vez de sermos nós, na nossa específica circunstância, fôssemos um estuário onde desaguam as emoções confusas e variadas do nosso mundo. De repente, deixamos que a nossa individualidade se dilua em emoções oceânicas que alguém desconhecido talvez tenha experimentado, um outro qualquer juntou mais uns pozinhos e outros ainda exprimiram e divulgaram. Perdemo-nos depois num turbilhão de emoções assustadoras que não reconhecemos, que não percebemos, mas sentimos na mesma. 
Se faz parte da condição humana o sermos capazes de desenvolver laços empáticos com outros e, por isso mesmo, nos conseguirmos organizar em grupos humanos que comungam e partilham qualquer coisa essencial, o contágio emocional fica longe disto e perverte, no limite, qualquer princípio, não só de racionalidade como de vida em sociedade. 
Nos difíceis tempos que correm, é fácil deixarmo-nos levar por zangas e revoltas. Quase toda a gente tem uma ou várias boas razões para se sentir injustiçado, para desacreditar de um contracto social assumidos como bom, para se sentir temerosos de um qualquer devir. 
É aqui que se joga o peso da própria identidade. É aqui que temos de decidir se queremos influenciar ou ser influenciados. Se queremos ir com os outros ou trazê-los connosco. Se somos capazes de fazer parte das soluções ou se só queremos enunciar problemas. 

(Isabel Leal, Professora de Psicologia Psicoterapeuta)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Morte

Cada vez mais, a morte, é um assunto presente na minha vida!
Porque a mãe e avó dos vizinhos morreu, porque o senhorio da amiga da mãe morreu, porque aquele senhor da oficina perto da escola morreu de repente, enfim, porque cada vez mais, as pessoas que conheço vão morrendo ou descobrem que têm uma doença grave que dificilmente irão sobreviver...
E a verdade é que a morte é inevitável e não deixa de ser uma grande merda!
Fico a pensar que um dia vai ser a minha vez de sofrer com a morte dos que me são queridos e não quero imaginar sequer tal coisa, mas como disse, é algo inevitável e todos nós, um dia iremos morrer. Não quero pensar nisso... mas acho que tenho de me mentalizar que, muito provavelmente, essa realidade não está assim tão longe.
Estou fortemente convencida de que, quando isso acontecer comigo, com os meus avós, os meus pais, a minha irmã, uma amiga próxima, que vai doer e muito! Só a ideia de poder ficar sem os meus avós de um momento para o outro me dá arrepios e dói... para mim eles são como pais, tão próximos como a minha mãe, como a minha irmã... o meu verdadeiro pai é o meu avô, a minha avó é uma segunda mãe, vai doer muito, acho que vou ter um esgotamento! Mas a vida é assim e tem de continuar quando isso acontecer (e espero que demore muito tempo para acontecer)!
O sofrimento não é para quem vai, mas para quem fica!

domingo, 13 de outubro de 2013

Este blog está completamente abandonado!
Não tenho tido vontade de escrever de todo! Nem sequer escrever aquilo que estou a pensar num documento no computador e ficar para mim... nada de nada! Sinto saudades de escrever, mas não tenho conseguido!
Verdade seja dita, também não tenho o dom da escrita, mas gosto de escrever aquilo que sinto, o que me preocupa, o que me deixa feliz... mas não tenho conseguido, queria voltar a fazê-lo.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Último ano

Daqui a poucas semanas, mais ou menos duas para ser mais precisa, começa a última etapa da minha vida académica, último ano da licenciatura. Passou a correr, é o que tenho a dizer! Parece que ainda ontem entrei para a faculdade, que foi o primeiro dia de aulas, as praxes, o medo do desconhecido! Agora, o último ano já está à espera! Está quase quase e mete um bocado de medo… e depois? O que vou fazer? Fico por aqui? Mestrado? Começo a tentar arranjar trabalho na área? Arranjo noutra coisa? Saio de Lisboa? Faço “estágio voluntário” para não perder a prática do estágio académico? Tantas perguntas que tenho, tantas respostas que tenho de arranjar… Estes (quase) quatro anos passaram a correr! Tantas lágrimas, trabalho, desespero, discussões, alegrias, amizades, notas aceitáveis, notas não tão aceitáveis, exames, frequências, materiais, estágios… enfim, muita coisa se passou a nível académico mas também a nível pessoal e profissional! Neste momento tenho a certeza que é esta a profissão que quero ter para o resto da minha vida, só espero conseguir mesmo tê-la!

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Faculdade (actualização)

Há imenso tempo que não escrevo aqui... isto anda para aqui abandonado!
Aconteceram tantas coisas e estão a acontecer que será difícil conseguir relatar tudo...
Posso sempre começar pela faculdade... o estágio acabou, com uma nota bastante satisfatória. Deixou, sem dúvida, saudades! Apaixonei-me por aquelas crianças, por aquele ambiente acolhedor, por esta profissão que é tão bonita e gratificante! Fiquei a ter a certeza que é isto que quero fazer para o resto da minha vida! Para o próximo (e último) ano, vem aí outro desafio, provavelmente será um estágio com adultos, talvez com crianças, mas será outro desafio como este primeiro estágio de intervenção que tanto medo me meteu e que afinal foi uma grande e boa surpresa!
Estava com tanto medo de não ir (devido à cadeira que tinha em atraso), como de ir!
No próximo ano lectivo lá estarei eu, em pulgas, para saber onde vou ficar, com quem, com que patologias, mas tenho a certeza que também irá correr bem, se mantiver o pensamento positivo já é meio caminho andando para o sucesso!
O próximo ano será o último! Até fico com o estômago às voltas só de pensar... parece que ainda ontem entrei na faculdade e agora já vou a caminho do último ano! Que medo! O que vou eu fazer depois? Será que consigo trabalho como Terapeuta da Fala? Será que vou ter de ir trabalhar para outro sítio até conseguir arranjar trabalho na área? Será que faço mestrado? Será que não faço? Tantas perguntas e poucas respostas... a verdade é que ainda tenho tempo para pensar nisso, embora já não seja muito.
Só espero que este ano corra tão bem como o anterior!

Depois venho contar mais novidades aos poucos!
Agora tenho um "novo lema", só falo das coisas quando estão a correr realmente bem, ou quando já terminaram!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Amor incondicional

Sabem aquele tipo de amor que é sincero e que não pede nada em troca a não ser carinho e um pouco de atenção?
Eu sinto esse amor pelo meu bicho lindo!
Este bicho já passou muitos momentos comigo. Já me viu a dar pulos de alegria, já me viu chorar que nem uma madalena, já viu muita coisa.
Mas está sempre aqui, a meu lado, literalmente!
Espera por mim à porta quando eu estou a subir as escadas do prédio, fica ao meu lado no sofá à espera que eu vá para a cama para ir comigo... se eu vou para a cozinha, ela vem atrás; se vou para a casa-de-banho, ela vem também; se vou para a varanda, ela acompanha... enfim, é como se fosse a minha sombra, a minha pequenina sombra.
Eu costumo dizer que ela é o amor da minha vida e que eu sou o amor da vida dela. Parece que consigo ver nos olhinhos dela o seu amor por mim. Esta gata já recebeu mais carinho, mais abraços, mais beijos meus do que muito gente que me é próxima.
Sei que um dia, quando ela se for vou ter um desgosto imenso, vai ser quase como se morresse uma pessoa muito querida, porque para mim é como se ela fosse mesmo uma pessoa!
Muitos podem achar estúpido, outros podem achar tolo, alguns podem achar bonito... cada um tem a sua perspectiva.

(Só porque me apeteceu expressar um pouco do amor que sinto por este pequeno bicho) (:

segunda-feira, 22 de abril de 2013

É tão bom...

Quando conseguimos fazer uma criança sorrir!
Consegui algo que não esperava conseguir... pôr um menino a rir e a sorrir, menino esse que aparece sempre sisudo e caladinho que nem um rato. E eu, que achava que era um zero à esquerda com as crianças, consegui que ele falasse comigo, pouco mas consegui, e sorriu para mim! Até a Terapeuta ficou admirada de ele ter esse reacção comigo, visto que com ela, ele também fica calado e de cara fechada.
Eu devo ter feito tantas figuras parvas, devo ter falado de uma maneira tão maluca, que ele riu-se de toda a minha parvoíce! Mas para este menino, foi óptimo e para mim ainda melhor! (:

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Se há coisa que odeio profundamente é ter de depender dos outros para me deslocar aos lugares onde quero ir! Conclusão: não vou nem metade dos sítios que queria. ODEIO!

domingo, 14 de abril de 2013

Fim-de-semana

Ora pois bem... Este fim-de-semana está a ser passado a fazer material para os meus pimpolhos! Construir, imprimir, plastificar, cortar, etc, etc, etc....

Ah! E ainda vou buscar a mana ao aeroporto! (:

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Cada vez mais tenho certezas de que as pessoas que trabalham na Psiquiatria são igualmente (ou até mais) "malucos" que os que lá estão a ser acompanhados/internados!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Falta, exactamente, um mês para o estágio terminar.
Acho que vai deixar saudades! :|

domingo, 31 de março de 2013

Estágio III

O estágio já vai a meio... Estou a gostar bastante!
Lembro-me que fui com muito medo no meu primeiro dia. O estômago estava todo embrulhado, a barriga às voltas, muito nervosismo! Medo de como iria ser a Terapeuta, os outros membros da equipa, das crianças... O medo das crianças! O imenso medo, o terror! Pensar que elas não iam gostar nada de mim e eu não iria gostar delas, e que ia ser super difícil relacionar-me com elas e elas comigo!  Mas, os primeiros contactos foram agradáveis e comecei a perceber que afinal até tenho algum jeito para as crianças e que elas até gostam de mim, e que eu, também gosto um bocadinho delas. Claro que se começam a fazer birra (coisa que pouco acontece naquele contexto), aí sim, o caldo está entornado e o meu pequeno desagrado volta um pouco, mas nada como um pequeno gesto de carinho para tudo ficar normal e bem outra vez. Agora consigo perceber que, as crianças são realmente especiais! Todas aquelas manhas, as traquinices, o testar os mais velhos, as brincadeiras, os sorrisos, são adoráveis! Às vezes basta ver uma criança chegar com um sorriso rasgado para o dia cinzento ficar um pouco mais colorido e feliz. Já tive alguns momentos engraçados com os (meus) pequeninos. Uma menina já me levou uma amêndoa, um menino deu-me a mão e queria levar-me para casa, outro menino para se despedir de mim deu-me um beijinho na cara... são estas pequenas coisas, que me fazem sentir bem e perceber que afinal não eram as crianças que não gostavam de mim, mas sim a energia que eu transmitia quando estava com elas. Eu ficava com medo, com cara de má o que fazia com que elas não se aproximassem de mim. Agora, é quase impossível não ficar com um sorriso na cara e rir das suas "parvoíces".
Quanto à Terapeuta/Educadora Clínica, é uma senhora super querida e acessível. Tudo o que eu lhe pergunto, ela responde-me sempre sem qualquer tipo de julgamento. Já fez críticas, como é óbvio, algumas negativas mas também algumas positivas. Quando faz qualquer tipo de crítica, não o faz com o objectivo de me atingir, mas sim com o intuito de me tornar melhor, e eu agradeço imenso as suas críticas, principalmente as negativas, porque são essas que me fazem querer melhorar e ser melhor para todos aqueles príncipes e princesas (como ela própria os trata também).
Conclusão: estou a gostar muito e cada vez mais tenho certezas de que escolhi o curso certo e de que afinal me vou sair bem neste mundo da Terapia da Fala.

sábado, 2 de março de 2013

Ofereço uma gripe daquelas bem fortes!
Com direito a tosse, febre, espirros, falta de ar, enxaquecas, etc...
Daqui a pouco cuspo um pulmão!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Nervosismo

Pelo que parece, o estágio está quase quase a chegar e o nervosismo aumenta de dia para dia...
Já tenho algumas informações (preciosas) sobre o mesmo. Vou estagiar apenas com crianças (ou como a Terapeuta disse: só com príncipes e princesas), começo todos os dias às 8h30 da manhã (visto que tenho de me deslocar até Almada, terei de acordar, muito provavelmente, antes das 6h da manhã), tenho de levar o farnel atrás (o que significa que não será só de manhã, mas também à tarde), sei quais os tipos de casos mais frequentes naquele local (toca a estudar este fim-de-semana).
A Terapeuta pareceu-me simpática e disponível. Espero que corra tudo bem (e que consiga chegar a horas)!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Finalmente

Soube a nota do exame hoje e consegui passar!
E depois de tanto desespero e noites mal dormidas chega a paz! Acabou o pesadelo.

Agora que venha o estágio! :D

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Eu não acho isto normal!!!
Estou há uma semana à espera da nota que me vai dizer se vou a estágio ou não e não há qualquer informação sobre quando vai sair!
Amanhã começam as aulas de preparação para o estágio e neste momento não sei se tenho de comparecer às aulas ou não!
ADORO a faculdade e a sua organização!